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A “volta” de Senna na Lotus-Renault

30/10/2010

O piloto brasileiro Bruno Senna está tentando assegurar um lugar melhor na F1 para a temporada de 2011. Bruno negocia uma vaga na equipe Lotus, que teoricamente dispensaria Jarno Trulli e a dupla então seria Kovallainen e Bruno Senna.

Bruno Senna foi sacado do GP da Inglaterra pela Hispania, e será substituído por Sakon Yamamoto

Mas como ninguém na F1 vive com suas próprias pernas, o piloto brasileiro precisaria confirmar um patrocinador (que provavelmente seria a Embratel) para pilotar a Lotus ano que vem. E os empresários do piloto negociam com várias empresas do país para haver a parceria do sobrenome Senna com a equipe Lotus, que anunciará com entusiasmo no GP do Brasil a chegada dos motores da Renault; parceria que fez história nos anos de 1980 com Lotus-Renault, onde Ayrton Senna deu show em 1986.

E um dos “sonhos” da F1 se cumpriria, o sobrenome Senna na F1 e ainda mais na Lotus-Renault; sem dúvida é um dos capítulos a parte da categoria. Bruno Senna em seu primeiro ano de F1 sofre demais com as terríveis debilidades de sua Hispania; devido a dinheiro, Bruno ficou sem correr o GP da Inglaterra por conta de Yamamoto que pagou pela vaga na equipe.

É uma ótima chance para Senna, já que a equipe Lotus teoricamente promete para o ano que vem, já que podemos dizer que é uma das equipes adiantadas das estreantes neste ano. Claro, não seria um pulo da Honda em 2008 para a Brawn em 2009, mas a evolução é considerável.

A primeira “versão” dessa parceria aconteceu antes da largada do GP do Japão deste ano, quando Senna desfilou com a Lotus 97T que seu tio conquistou a primeira vitória na F1 em Portugal em 1985.

Bruno Senna na Lotus de Ayrton em 1985

– O anúncio de que chegamos a um acordo de vários anos com a RBR para o fornecimento de câmbios e sistemas hidráulicos a partir de 2011 é um grande passo à frente para nós, tanto na engenharia quanto nas nossas ambições para o futuro. Este pacote tem uma importância grande no desempenho do carro, não apenas na pista, mas no projeto e nos pacotes aerodinâmicos. O fim dos difusores duplos aproximará o desenho da parte traseira dos carros e o contrato deverá ajudar no projeto para a próxima temporada – disse Gascoyne.

 

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