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Eleição Presidencial 2010 – 2º Turno

26/10/2010

Bem pessoal, no próximo domingo dia 31 de outubro será o 2º turno da eleição presidencial no Brasil. Os candidatos são a do governo, Dilma Russeff, e o candidato da oposição, José Serra do PSDB.

https://i2.wp.com/www.clicapiaui.com/wp-content/uploads/dilma-serra6.jpg

Muitas coisas abrangem essa campanha tanto no primeiro quanto no segundo turno. Ultimamente o que mais tem se falado é em privatização da Petrobras e bla, bla, bla! Tanta palhaçada para iludir o povo brasileiro, tudo para “manipular” o Brasil com conversa fiada; tantas coisas para se tratar, e ficam perdendo tempo, dinheiro e “beleza” com essa ladainha toda. Um candidato atacando o outro, um julgando o outro, isso é campanha? Esquisito néh? Por isso que não sirvo para ser político!

http://newscomex.files.wordpress.com/2008/07/petrobras.jpg

Dou graças a Deus que ainda não voto! Não vejo nada de “…” em nenhum dos candidatos, Dilma e Serra; por falta de opção votaria no Serra, e por terríveis motivos não votaria na Dilma. Apesar de todas as pesquisas serem manipuladas por “certas pessoas”, elas apontam que Dilma vence… provavelmente sim.

Torço para que isso tudo passe rápido, não aguento mais ver propaganda eleitoral! E oro a Deus para que abençoe o vencedor, e que ele (ou ela nesse caso) não coloque o Brasil no bur#%*, nem em aborto liberado, nem na terrível lei ao que diz a respeito ao homossexualismo. Que tudo dê certo!

 

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3 Comentários leave one →
  1. 27/10/2010 2:11 PM

    Os dois são o mesmo lado da moeda. Infelizmente são iguais.
    Porém como disse o filósofo: Uns são mais iguais que os outros. E por isto voto Dilma.

  2. guilherme permalink
    28/10/2010 3:15 PM

    Pontos de paridade e de diferenciação entre o PSDB e o PT nas eleições de 201027 de outubro de 2010 Num duopólio partidário, o equilíbrio de poder é alcançado numa situação menos positiva para a população. Nesse caso, ambos os partidos buscam minimizar os riscos de gestão econômica e social, bem como barganham as alianças em troca de favores para conseguir e manter o poder de fato. Essas características são os pontos de paridade de ambos os partidos, PSDB e PT. O ponto de diferenciação entre as legendas se dá em questões simbólicas para os indivíduos e a sociedade. Essa arte de se posicionar era privilégio único do PT, mas que finalmente parece ser adotada pelo PSDB. Na campanha de 2010, a linguagem se cristalizou em valores com estado laico, igreja, direitos humanos, povo e moral dos indivíduos. Por azar ou sorte da sociedade, a maioria das pessoas não consegue alcançar uma compreensão plena da guerra semiótica dos partidos. Em outras palavras, quem não percebe a disputa linguística dentro da disputa partidária é pautado e alienado no processo eleitoral. No caso daqueles que percebem essas nuances subjetivas, a escolha se baseia nas vantagens veladas em torno dos interesses pessoais dos indivíduos. Seja na forma de benefícios diretos como ganhos de estabilidade de emprego, crescimento, obras etc., seja na forma de um discurso (para os outros menos esclarecidos, como, por exemplo, argumentos retóricos para convencer os amigos e os inimigos, ou mesmo como um meio projetivo para firmar a sua identidade individual e coletiva). Ao acompanhar a eleição neste segundo turno, nota-se que os votos não migram de um candidato A para o outro candidato B e vice-versa. Cada político ganha ou perde voto de sua base a partir da adoção do discurso simbólico que propaga na eleição para os indivíduos. Exemplo: Se o meu candidato diz “x”, eu voto nele; se ele diz “y”, voto em branco; ou se o meu candidato fez “k” posso assumir ele publicamente, mas, se ele fez algo de errado, o deixo de castigo por um período de tempo dizendo que anularei o meu voto.
    A ilustração ocorre neste momento com a candidatura de José Serra. Nesta última semana, Serra perdeu aparentemente 4% dos votos em relação à semana passada (44% para 40% dos votos). Essas pessoas passaram a se declarar como indecisas ou dizendo que votarão em branco. Entretanto, dependendo da penitência paga pelo candidato, os valores podem voltar para o patamar anterior à perda de votos e mudar a previsão do resultado do pleito. Isso é visto também na campanha de Dilma em situações nas quais o eleitor disfarça o voto ao ler notícias de escândalos do governo federal, ou na qual reforçam sua convicção de voto ao perceber pontos de fraqueza do oponente de sua candidata (variações entre 44% e 47% dos votos). Se essas características de diferenciação entre os candidatos são boas ou ruins para a sociedade, depende do critério de cada um. De fato, a tradução dessa simbologia tira da campanha os pontos de paridade adotados pelos partidos. A escolha do cidadão não reflete preocupações reais sobre riscos sociais e econômicos, mas reforçam a troca de seu voto exclusivamente via um processo no qual o candidato de sua preferência é refém das crenças de sua base eleitoral. Portanto, no processo eleitoral de 2010, principalmente nestes últimos dias de campanha, a escolha da Presidenta ou do Presidente da Republica dependerá da aceitação ou negação simbólica ofertada.

    Prof. Dr. Guilherme de Farias Shiraishi

    • 29/10/2010 3:23 PM

      Érh, muito obrigado Prof. Dr. Guilherme de Farias pelo seu comentário. E o senhor tem razão no que diz; algumas pessoas “teoricamente” não “trocaram” seu votos por candidatos da A para B, ou de B para A. E sinceramente, minha cabeça está tão embaralhada e confusa com isso, que quero q isso passe logo!

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